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A WikiPortes é um projeto comunitário que visa fornecer conteúdo da área de Engenharia de Transportes através de uma plataforma Wiki (similar à Wikipédia). A motivação do projeto vem da carência e da falta de acessibilidade de material de transportes na língua portuguesa na Internet. Em geral, boa parte deste conteúdo está escrito em inglês ou está espalhada em teses e dissertações. Com intuito de mitigar esse problema, a WikiPortes fornece um ambiente colaborativo para a escrita e divulgação destes conteúdos por parte da comunidade, como alunos, professores, profissionais e interessados na área.

A WikiPortes é mantida primariamente pela comunidade acadêmica, liderada pelo curso de Engenharia de Transportes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal de Goiás. Para saber mais sobre o projeto e como colaborar clique aqui.

Artigo em Destaque

Visualização da GTFS da linha 396 do Rio de Janeiro. Ilustração extraída do software Transitfeed.

A General Transit Feed Specification (GTFS), ou Especificação Geral de Feed de Trânsito em português, é um padrão aberto que permite descrever digitalmente o cronograma planejado de funcionamento do transporte público de uma dada cidade. Esta especificação define quais e como os elementos de transporte público devem ser descritos digitalmente para representar o cronograma de funcionamento previsto. Por exemplo, o elemento ponto de parada do GTFS contempla não apenas a localização do mesmo, através da latitude e longitude, mas também permite indicar outros dados, como se o ponto encontra-se dentro ou fora de um terminal ou se possui acessibilidade a cadeirantes. A GTFS também especifica como relacionar estes elementos, e.g., permitindo vincular um determinado ponto de parada a uma ou mais linhas de ônibus ou descrever que um metrô passa em uma dada estação com uma frequência de 5 minutos. Além disso, vale salientar que a especificação possui elementos que possibilitam descrever o funcionamento e integração de múltiplo modos de transporte, tais como: ônibus, metrô, trem e teleférico. Os elementos do GTFS e suas relações são descritas como um conjunto de arquivos textuais, que por sua vez é comprimido em um único arquivo .zip.

Ao formalizar a descrição da operação do trânsito digitalmente nestes elementos, o padrão visa permitir que as informações sejam interoperáveis e consumidas por outros programas de computadores [1]. Para exemplificar esse tipo de interação, considere o programa Transitfeed da Google. Este programa possibilita visualizar os dados GTFS de maneira interativa, mostrando os detalhes de cada linha descrita, como trajeto, acessibilidade, horário e pontos de parada. A ilustração ao lado mostra um exemplo desta interação, para a linha 396 da cidade do Rio de Janeiro. Note que o padrão possibilita que as informações descritas possam ser utilizadas por outros programas.

Por exemplo, programas como Google Maps e OpenStreetMaps interagem com o arquivo descrito no formato GTFS para compreender a topologia da malha viária do transporte público e realizar serviços de roteamento para os usuários. Já Sistemas de Informação Geográficos (SIGs), como ArcGis e QGis, podem importar os dados no formato GTFS para realizar algum estudo de geoprocessamento, por exemplo, descobrir quais as maiores rotas ou por quais bairros elas passam. Com base nisso, percebe-se que a descrição de dados do trânsito do transporte público usando o padrão GTFS não somente serve para tornar essa informação digital, mas possibilita que uma gama de aplicações possa interagir e usufruir destes dados. Leia mais...

Novidades

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